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Imagine com Harry Styles - Soldier.

                                           Pedido e capa feitos por: Yasmin Stremel.


Os raios iluminavam a sede médica montada no meio do nada, não sabíamos onde estávamos ou o que nos esperava. Os dias pareciam ainda mais lentos e nublados. Estava tudo quieto demais. Era o silêncio que antecedia a guerra.
O navio viajava silenciosamente pelos mares, os soldados rezavam para que nada lhe pegassem de surpresa durante a viagem. A segunda grande guerra nos aguardava.
Ouvi três batidas na porta frágil da minha cabine, rapidamente soube quem era. Devagar desci da cama de ferro e abri a porta. Harry entrou rapidamente, fechando a porta em seguida. Trancando-a.
Não era permitido relacionamentos entre soldados, mas não é sempre que se consegue oprimir um amor, e aquele era o nosso caso.
- Eu fui informado que navegaremos por mais um dia, e montaremos nossa base na Inglaterra. – Ele disse enquanto deitávamos na minha, e agora nossa, pequena e enferrujada cama. – Lutaremos em seguida.
- Eu estou com medo. – Sussurrei, assistindo-o abrir um sorriso.
- Não precisa se preocupar... Nada vai acontecer com você.
- Não temo por mim.      
Harry alargou o sorriso, torcendo o nariz em uma careta. Revirei os olhos quando ele se aproximou mordendo a ponta do meu nariz. Eu me perguntava como ele conseguia ser tão inabalável. Ele era tão forte que as vezes eu o invejava. Toda a minha coragem era projetada nele, toda a minha força vinha dele.
- Olha pra mim. – Pediu, não me atrevi a desobedecer. – Está tudo bem. Ficaremos bem. Não há o que temer.
Concordei com o rosto, mordendo os lábios para esconder um sorriso. Harry puxou-me para mais perto, entrelaçando seus dedos nos meus. Seus olhos eram claros demais para que eu encarasse por muito tempo, mas nos poucos segundos que eu olhava, tudo o que conseguia sentir era paz, a paz que eu não encontrava em lugar algum. Eu havia me encontrado quando ele chegou. Era ali onde eu pertencia: nos seus braços, olhando nos seus olhos.
- Eu queria poder ficar com você o tempo todo. – Ele sussurrou.
- Eu também.
- Ficaremos longe por muito tempo. – Levou meus dedos até os seus lábios macios, passando-os sobre a minha palma e dedos. – Eu quero te guardar. – Olhou-me. Algo estava diferente em sua expressão, ele estava sério.
- Como?
- E-eu... Eu quero ser o primeiro a te levar onde você jamais esteve... Quero te mostrar o que você nunca viu. – Roçou seu nariz em meu rosto, inspirando meu perfume. – Quero te mostrar como eu a amo, muito mais que com palavras, quero que sinta o meu amor deslizando por sua pele, arrepiando seus poros. – Beijou meu pescoço. – Quero que seja minha.
Sua mão passou delicadamente, dos meus dedos até o contorno do meu seio. Local jamais explorado por outro alguém. Olhei-o assustada, não entendendo onde ele queria chegar. Mas suas íris me transmitiam todos os seus pensamentos e desejos. Sua mão desceu para a minha cintura, até o contorno do meu quadril, coberto pelo tecido fino da minha camisola.
- Não podemos. – sussurrei de olhos fechados enquanto aproveitava o carinho que seu nariz fazia em meu rosto.
- Por que não?
- Eu devo estar pura... Pra quando me casar, você sabe. – Sorri, tentando descontrair o clima tenso, e os sinais de ansiedade que meu corpo expunham.
- E quem foi que disse que você vais e casar com outro homem? – Ele sorriu. – Eu não me importarei com isso.
- Harry... – Sussurrei, tentando resistir.
- Por favor? – Suas mãos desceram em direção à minha coxa, começando a subir minha camisola. – Ninguém precisa interferir na nossa vida.
Mordi meu lábio, acompanhando atentamente o caminho que sua mão fazia, ele percebeu que eu estava tensa, as mãos subiram, contornando meu seio novamente. Não me leve a mal, eu não estava o renegando. Eu só estava assustada, não fora essa minha criação. Por outro lado, havia a chance de nunca mais poder toca-lo, ou simplesmente olha-lo.
Suspirei, aceitando seus lábios quando se depositaram sobre os meus. Eu não sabia o que fazer, ou como agir. Harry, ao entender que eu havia cedido, deitou seu corpo sobre o meu, seu peso era extremamente confortável. Mas a cama não achava o mesmo, pois rangeu, fazendo-nos rir.
Ele me guiou com suas mãos e lábios, aos poucos me levando ao paraíso prometido, deixando-me cada vez menos envergonhada. Caminhando comigo em diferentes lugares, me fazendo contar estrelas. Me fazendo entender, que independente do que aconteceria, eu seria dele, porque era à ele que eu pertencia. Era em seu coração que eu moraria, em sua mente permaneceria lembrada, em seus olhos; iluminada, e em seus braços; aquecida.



Inspirei o ar cortante que passava por meu rosto. Estávamos, finalmente, em solo inglês. Em uma base muito maior da qual eu pensei que ficaríamos.  Muitos soldados, que chegaram para o início da guerra, estavam feridos. Foi somente naquele momento que eu percebi que havia começado. Percebi o risco que corríamos, e acima de tudo, temi. Temi perder Harry ou qualquer um que fosse importante. Temi por minha própria vida.
- Eles estão com medo. – Sussurrou Angelina, referindo-se ao grupo de soldados que riam e tentavam parecer descontraídos.
- Todos estamos. – Respondi, observando Harry passar com um outro grupo de capitães. Ele me olhou sério, pela primeira vez no dia. Fez-me uma referência, seguindo até um balcão onde os soldados de altos cargos discutiam o plano de guerra.
- Você acha que tem alguma chance pra eles?
- Nunca haverá muita chance pra ninguém. Estamos acabando com o mundo como o conhecemos.
- Estamos seguras. – Afirmou, colocando uma mão sobre o meu ombro. Apenas assenti, abrindo um sorriso amarelo. Aquilo não era verdade. Ninguém estava seguro, não em tempos como aquele. Mas meu medo não era por mim. Era por quem enfrentaria a fúria alemã de perto. Era por quem viajaria dias em condições impossíveis. Por um segundo, desejei que nada daquilo estivesse acontecendo. Os homens carregavam suas armas, faziam reverências, escreviam cartas para casa, na mesma esperança de que as coisas acabassem logo.
Voltei para a enfermaria com o coração apertado, há dias estava melancólica. Tudo o que eu queria era, na verdade, deitar-me nos braços de Harry novamente, e esquecer de tudo por algumas horas.
- Você veio. – Sussurrou Niall. Ele era piloto há anos, foi meu primeiro amigo, nos últimos dias sofrera um acidente.
- Eu não perderia a oportunidade de ver isso. – Apontei para o seu braço quebrado.
- Eu deveria saber... – Tentou sorrir. – Como vai o Harry?
- Ele está bem...
- E vocês?
- Não diga alto. – Sussurrei, arrumando as faixas precárias em seu braço e rosto. – Estamos bem, eu acho.
- É difícil ter alguma certeza aqui, não é?
- É difícil fazer qualquer coisa aqui.
- Que bom te ver, (S-N). – disse sorrindo.

Harry’s pov.
Estava anoitecendo quando eu finalmente tive algum tempo livre, havíamos planejado nossa rota até a Alemanha durante todo o dia, fora me dada uma nova rota. Era arriscado atacar a base aérea nazista, mas se eu não aceitasse, ninguém mais o faria.
Mal vi (S-N) durante o dia. Eu desejava ter mais tempo para ela, desejava poder me deitar ao seu lado para que pudéssemos conversar sobre a noite passada, e talvez repeti-la. Antes de tentar encontrar ela, passei pela base médica.
- Pensei que você estivesse dormindo, capitão. – Disse Niall, com a voz fraca.
- Eu não poderia dormir sem rir um pouco. – Ele revirou os olhos. – Como está se sentindo?
- Já estive melhor... E você?
- Tudo bem...
- Preparado para a sua nova missão? – Ergueu a sobrancelha.
- Eu espero que sim.
- (S-N) sabe sobre isso? – Suspirei, negando com o rosto. – Precisa contar a ela.
- Eu não sei como dizer, eu não sei como chegar a ele e dizer que eu vou com poucas pessoas, sem proteção. Que voarei baixo, que todas as nossas expectativas de dias em que eu passaria fora foram alteradas.
- É um grande risco, mas você não pode mentir para ela. Quando você vai?
- Amanhã... Foi por isso que eu vim até você. – Suspirei. – Eu quero que entregue isto à ela – entreguei-o o pequeno envelope. – Você é o único que sabe sobre nós, eu não poderia confiar em mais ninguém. Entregue-a quando eu já tiver partido.
- Claro, irmão.
- Tem mais uma coisa. – Observei-o assentir, prestando atenção em mim. – Se o pior acontecer... – Engasguei. – Se eu não voltar, cuide dela, não a deixe sofrer, não a deixe chorar, faça questão de relembra-la todos os dias o quanto eu a amo.
- Você vai voltar, Harry. Confiamos em você.
Assenti, desesperado por um pouco de contato com (S-N), despedi-me de Niall, que certamente estava cansado, e segui em direção à pequena cabana onde (S-N) ficava.
Ao entrar, perdi meus olhos sobre as enfermeiras sentadas em volta de uma mesa com velas. Os olhos de (S-N) rapidamente pousaram-se sobre os meus, e eu me controlei para não sorrir. As mulheres se levantaram e cumprimentaram-me, em respeito. Chamei por (S-N), para que conversássemos, e ela respondeu-me “Sim, Capitão”.
Sabia que as mulheres não desconfiaram, afinal eu era seu capitão e poderia conversar com qualquer uma ali, sobre planos e etc. Fomos, afastados, até a área fora da nossa base, próxima ao mar. Escondidos em um monte de areia.
- Eu estava com saudade. – Sussurrei, fazendo-a se sentar entre as minhas pernas. (S-N) era o tipo de mulher que tirava o que quisesse de mim. Eu não fazia o tipo de cara romântico ou carinhoso. Não tinha olhos para outra coisa que não fossem armas. Me divertia com prostitutas e outras mulheres que eram aproveitadas por outros soldados. Até ela chegar.
- Eu também...
- Como está se sentindo? – Beijei seu cabelo.
- Estou bem, eu acho. E você?
- Você acha? Está doendo alguma coisa?
- O coração, serve?
- Quer conversar sobre isso? – Perguntei-a, sem ter certeza se queria ouvir o que ela estava prestes a dizer.
- Só vou sentir sua falta.
- Eu voltarei logo. Eu prometo.
Nos encaramos por alguns minutos, antes que eu começasse a conta-la sobre a nova missão. O caso, é que essa missão tinha o dobro de risco que a antiga. Não se pode esperar que seus planos deem certo em meio à uma guerra. Não se sabe o que te espera do lado de fora da sua zona de conforto (a minha tinha nome e sobrenome). Eu estava com medo, mesmo que não fosse admitir.
Aos poucos as lágrimas brilharam na pele dela, por um segundo eu não soube o que fazer. Abracei-a junto ao meu corpo, murmurando que iriamos ficar bem.
Não posso contar quantas vezes repeti a frase desde que fui escalado para entrar na guerra, eu não sabia realmente se ficaríamos bem.
Ficamos sentados na areia, conversando sobre tudo, nos beijando, aproveitando a companhia um do outro enquanto havia tempo. Mas antes que o dia amanhecesse, deixei-a em sua cabana, e deixei com ela, o meu coração.
Acordei extremamente cedo no dia seguinte, eu partiria na madrugada, silenciosamente, voando baixo e fora das áreas do radar inimigo. Durante todo o dia, acompanhei as manutenções no meu avião. Meu estomago se embrulhava a cada segundo. Eu estava prestes a partir, sem saber quando voltaria. Sem nem saber se eu voltaria.

Despedias são desesperadoras, mas eu nunca passei por uma tão dolorosa quanto ao me despedir de (S-N). Ela estava chorando desesperadamente, tocando todo o meu corpo, como se quisesse me gravar, implorando-me para voltar logo. Eu a prometi coisas que eu não sei se poderia cumprir, beijei-a, disse que nos veríamos em breve. Disse-a, que quando tudo estivesse acabado, seriamos eu e ela em uma casa quente, com nossos filhos. Prometi-a que ficaria vivo.
Mas promessas, as vezes, são quebradas.

(S-N) pov
O avião de Harry partiu e tudo o que havia sobrado de bom e esperançoso em mim havia partido também. Por dias eu me mantive forte, fazendo meu trabalho. Ajudando as pessoas que precisavam de mim. Assisti a melhora de Niall e de outros soldados. Eu rezava todas as noites por Harry. Implorava por sua vida, se fosse preciso.
 Deitada na areia onde há dias estávamos eu imaginava onde ele estaria, e o que estaria fazendo. Na noite passada Niall me entregou uma carta, dizendo-me que era um presente de Harry. Eu ainda não a havia aberto, covarde, assumo. Mas eu simplesmente não conseguia.
Havia passado quatro dias desde que Harry se fora, e tudo o que ouvíamos eram as más notícias da Alemanha, ou os nomes dos soldados mortos e desaparecidos. Desde então, eu dava um jeito de ouvir conversas durante várias vezes ao dia.
Eu temia que a carta fosse uma despedida, uma oficial. Temia, que depois de lê-la, minhas esperanças fossem embora.
A minha única companhia era Niall, que se esforçava para me manter feliz sempre que pudesse, ele havia retomado os movimentos dos braços, então não ficava mais dia e noite na enfermaria, estava sempre aos cantos, conversando com os capitães da nossa base. Era como se escondessem algo.
No dia 19 de Setembro de 1940, Niall partiu também, se dizer uma sequer palavra sobre o que estava acontecendo.
Completamente sozinha, criei coragem para ler a carta que Harry escrevera. Deitei-me no monte de areia, meu local preferido desde então.
(Coloque para tocar, lembrando que a letra da música não faz parte da carta)

“8 de setembro de 1940, Inglaterra.
                                                    Querida (S-N).
Escrevo-lhe sem a certeza de estar fazendo a coisa certa. Tenho tanto a lhe dizer, e ai que está o problema. Deveria eu, estar te olhando, e lhe dizendo tudo o que desejo? Desculpe-me pela covardia. Você sabe, que no fundo, eu não diria nada.

É apenas mais uma noite
E eu estou encarando a lua
Vi uma estrela cadente e pensei em você

Agradeço-lhe por todo os dias que você esteve ao meu lado, e por quando não estava também. Pois eu estive pensando em você.

Cantei uma canção de ninar na beira d'água e soube
Se você estivesse aqui, cantaria para você
Você está do outro lado do mundo
E a linha do horizonte se divide
Milhas distante de poder te ver

O mundo é perigoso para os cegos apaixonados (S-N), por isso não é seguro ficarmos aqui. Em breve estaremos indo pra casa, e todos os nossos sonhos, não compartilhados, serão realidade. Peço, egoistamente, que me espere o tempo que for. Que pense e ore por mim, por nós.

Eu posso ver as estrelas da América
Eu me pergunto, será que você as vê também?
Então abra seus olhos e veja
Os nossos horizontes se encontrando
E todas as luzes irão te guiar
Pela noite, comigo

Olhe para as estrelas toda noite, e tenha a certeza eu estarei fazendo o mesmo, e estarei, pois elas me lembram você, seus olhos. Suas duas estrelas castanhas que brilham timidamente quando me veem. Por favor, não deixe que essas estrelas se apaguem, mesmo quando o mundo já estiver escuro demais para que você possa enxergar alguma coisa. Não percas teu brilho jamais.

E eu sei que os céus irão sangrar
Mas os nossos corações acreditam
Que todas as estrelas irão nos guiar para casa
Eu posso ouvir seu coração
Pelo rádio, ele bate
Eles tocaram "Chasing Cars" e eu pense em nós
De volta ao tempo em que você se deitava ao meu lado
Eu olhei para o lado e me apaixonei

Não chores pelo que vier a acontecer, permaneça forte. Olhe ao seu redor, esses doentes e feridos precisam da sua força, do seu dom de espalhar vida por toda parte.
Toda vez que sentir-se sozinha, lembre-se de mim, lembre-se que estarei pensando em você, amando-a sobre quaisquer condições. Porque as três palavras, quase nunca ditas, são as mais verdadeiras: Eu amo você. E amarei todas as horas do dia, amarei até mesmo quando não acreditares mais no amor.
Deixo-lhe tudo o que eu posso oferecer: o amor mais sincero, os toques mais verdadeiros, e uma única carta, pequena demais para dizer-lhe o quanto quero estar de volta. Tê-la nos meus braços novamente, entregando-se a mim.

Então, eu peguei a sua mão
E pelas ruas, eu soube
Tudo me levava de volta à você
Você pode ver as estrelas
De Amsterdã
E ouvir a canção que bate no meu coração?

Nos amaremos novamente em breve, seremos eu você e toda a paz que conquistamos. Mas por enquanto, lute, lute por você e por quem você ama. Lute, e quando eu voltar, estaremos mais fortes. Estaremos prontos.

Então abra seus olhos e veja
Os nossos horizontes se encontrando
E todas as luzes irão te guiar
Pela noite, comigo
E eu sei que os céus irão sangrar
Mas os nossos corações acreditam
Que todas as estrelas irão nos guiar para casa
Eu posso ver as estrelas da América

Amo-te.

                                                                  Vejo-te em breve.

                                                                                      Harry.”

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23 comentários

  1. Nossa me senti na pele da personagem amei! Continua logo esse imagine jami :)) bjss
    Isa xx

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  2. Tá perfeito eu simplesmente amei <3, só espero que não tenha o mesmo final do filme Pearl Harbor (tá um pouco parecido com o filme, ou foi só a capa que me fez lembrar)

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  3. Continua pelo amor de deus,eu to chorando aqui,ta muito perfeito-bia

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  4. CONTINUA LOGO, PORQUE ESTÁ MUITO PERFEITA. VOCÊ ME FEZ CHORAR, ENTÃO CONTINUA LOGO PELO AMOR DO SANTO GOD!!

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  5. Caramba! Continua logo pf Jamile, ta mt perfeito como tds os outros
    Gih xx

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  6. Continua pfv cara que imagine perfeito sem or Parabéns

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  7. Continuaaa por favor !!
    Muitoo lindo ♥
    Chorei lendo ♥♡♥♡♥♡

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  8. MEU DEUS!!!!!!!!!! ISSO TA PERFEITO *OOOOOOOOOOOOOO*

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  9. Nossa incrível, mas vai ter continuação? precisa ter continuação

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  10. Continua .Muito Perfeito ou simplismente lindo.
    Continue loogo pf , não apenas esse , os outros tbm.
    Xaaau
    De:Gisele M.

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  11. Continuaaaaaaa
    Mila =)

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  12. Continua, ta maravilhoso.

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  13. Salvação do fandom!

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  14. Tá lindooo! Já tem 15 comentários vc vai posta fofa?

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  15. Quando você vai continuar o Imagine com o Harry - All too well ?

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    1. Preciso da parte três de imagine com harry-all too well !!!

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  16. Continua, pelo amor de Deus. Sinceramente já li esse capítulo umas 20 veses, estou completamente envolvida pela história, necessito da continuação. E claro não posso deixar de te parabenizar pelo ótimo trabalho, seus imagines são os melhores!

    - Bia Pohlmann ♡

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  17. por favor to de implorando posta loga a continuação . estou totalmente viciada nessa historia quase me afogo em lagrimas aqui , por favor continua .

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  18. Como ver o harry filmando um folme sobre soldados e nao pensar nessa historia?

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